Snuppy
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14.03.2008
Dentro de um mês, o primeiro cão clonado do mundo vai fazer três anos. Os seus "pais" esperam agora clonar um pitbull para uma cliente norte-americana
"Snuppy a descansar"; "Snuppy a correr"; "Snuppy a ladrar." Snuppy, simplesmente, a posar para a fotografia durante uma sessão fotográfica que decorreu na quarta-feira na Universidade Nacional de Seul (SNU), na Coreia do Sul.
Snuppy - o nome é uma mistura de SNU e puppy (cachorro em inglês) - é um galgo afegão muito especial: é um gémeo perfeito do seu pai genético e não tem mãe. Snuppy é um clone e nasceu a 24 de Abril de 2005, da orelha de Tei, um outro galgo afegão então com três anos de idade.
Trata-se do primeiro cão clonado do mundo, através da mesma técnica que deu origem à ovelha Dolly. Não é fácil clonar cães. Hwang Woo-suk e os seus colegas da SNU precisaram de implantar mais de mil embriões no útero de 123 cadelas, obtendo somente três gravidezes e, finalmente, um único sucesso. A seguir, elementos da mesma equipa afirmaram ter clonado também uma cadela, mas o facto é que mais ninguém no mundo conseguiu repetir o feito.
A receita da clonagem: pega-se numa célula de um cão adulto e num ovócito de cadela previamente esvaziado dos seus genes; funde-se a célula adulta com o ovócito e estimula-se o conjunto com uma descarga eléctrica, o que desencadeia a formação de um embrião. Implanta-se o embrião no útero de uma cadela que, se tudo correr bem, dará à luz, após cerca de dois meses, um cachorro em tudo idêntico ao doador da célula adulta inicial.
O entusiasmo em torno da clonagem de Snuppy

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