a guerra como ela devia ser
A guerra como ela devia ser
http://dn.sapo.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=1705331&seccao=Tecnologia
por RICARDO SIMÕES FERREIRAHoje
O novo 'Call of Duty: Black Ops' chega esta noite às lojas, para delícia dos muitos fãs da série de jogos de tiros na primeira pessoa. Junta-se ao (concorrente) 'Medal of Honor', que já está nas prateleiras há três semanas. Ambos prometem muita acção, gráficos ultra-realistas e horas e horas de diversão. Baixas, aqui, são só o tédio e a monotonia. A guerra assim até parece ser uma coisa boa...
A hora está marcada: à meia-noite em ponto, os fãs mais acérrimos de Call of Duty são outra vez chamados "ao serviço". Esta madrugada é posto à venda o novo jogo da série que é, para muitos milhões de jogadores em todo o mundo, a mais realista saga de jogos de guerra na primeira pessoa alguma vez criada. Call of Duty: Black Ops, o sétimo deste franchise de FPS (first person shooters) iniciado em 2003, é lançado para PlayStation3, Xbox 360 e PC, e promete horas intermináveis de tiros, explosões, violência e... muito divertimento.
Para apresentar esta nova estrela do universo dos jogos de vídeo, a Ecofilmes, representante em Portugal da editora Activision, montou uma operação de envergadura, na Fnac do Colombo, para o lançamento oficial. Este serão realizar- -se-ão torneios de COD - como lhe chamam os mais íntimos - com a versão antiga até que, à meia-noite em ponto, será mostrado o novo jogo. A Fnac ficará aberta noite dentro para quem queira experimentar - e comprar - o novo Call of Duty. "Enquanto estiver lá gente, a loja não fecha", afirma ao DN Nuno Coelho, responsável da Ecofilmes por esta operação, que promete brindes alusivos ao jogo para quem o comprar durante o lançamento.
E não devem ser poucos os que quererão participar no evento desta noite. Pelo menos a julgar pelo êxito da versão anterior, Call of Duty: Modern Warfare 2, que segundo Nuno Coelho vendeu em todo o mundo "sete milhões de unidades em 24 horas", para um total registado, "até ao Verão, de 22 milhões de cópias" vendidas. Expectativas para esta nova versão? "A ideia é bater estes números", afirma Nuno Coelho, sem hesitações.
A concorrência é forte (ver mais à frente), mas o novo COD vem com argumentos (será mais correcto dizer munições...) suficientes para esperar que os fãs não fiquem desiludidos.
A história de Call of Duty: Black Ops passa-se durante a Guerra Fria. Ou, melhor dizendo, nos cenários em que esta guerra ficou a escaldar: Vietname, Laos, Cuba... com a presença do guerrilheiro Fidel Castro e tudo!
O jogador encarna várias personagens em missões a solo ou em grupo, a pé ou em veículos, que lhe abrem as portas a uma história que se promete digna de um filme de Hollywood. E mais o representante não diz. "A história do jogo é mais ou menos sigilosa", desculpa-se Nuno Coelho. "Só posso dizer-lhe que há missões em que vamos pilotar helicópteros e até aviões espiões."
Como é habitual nestes jogos, no modo "campanha", a história de Call of Duty: Black Ops espera-se bem contada e terá uma banda sonora a condizer (prometem- -se músicas marcantes dos anos 70, bem como a voz do famoso actor Gary Oldman). Os gráficos são, no mínimo, espectaculares. Mas, se há área em que os jogos de hoje em dia apostam é na opção multijogador, pela Internet. E estas novidades não são secretas...
"No modo multijogador criou-se os chamados 'COD points', que são uma espécie de dinheiro dentro do mundo virtual", explica Nuno Coelho. Consoante se joga COD online ganham-se pontos que depois podem ser trocados por armas, truques, emblemas, vestuário e outros adereços.
"Pode-se até apostar nos jogos. Se ganharmos, ou ficarmos em segundo ou terceiro lugar, ganhamos pontos. Se não, perdemos o que apostámos", explica ainda este responsável.
Finalmente, uma nota para os fãs da série: podem ficar descansados, que o modo de matar zombies continua a existir...

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